Sexta-feira, 25 de Março de 2011

POEMA DE PORTUGAL

 

Vejo em tudo o teu nome,

Pátria minha,

Quando gente anónima,

Me interroga com o olhar.

Muitas vezes te cantei,

Em silêncio, secretamente.

Estás sozinha!

Infelizmente!

És contraste de gerações,

De língua e dialectos.

Ouço os clarins da revolta,

Mil palpitar de corações,

A transbordar afectos.

Há gente que se solta…

Posso fazer nada.

Há gente que zomba

Do meu desgosto.

Há gente afectada,

Que tomba,

Rindo caídos no chão.

Há lágrimas

Que me correm no rosto,

Outras molham-me o coração.

 

 Luís Santiago(3) Luís Santiago

 

POEMAS DA INSÓNIA II

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publicado por elosclubedelisboa às 09:31
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